Sep
3

Sony - Tecnologia de ponta a ponta.

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Anuncio criado pela LongPlay, apresenta a unidade móvel Sony.

A linha profissional da Sony é a única capaz de entregar uma unidade móvel totalmente montada, exatamente de acordo com aquilo que sua empresa precisa.
A Sony projeta, monta e organiza tudo de ponta a ponta.

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 Conheça mais sobre a linha profissional da Sony : sonypro.com.br

Por Anna Calderon

Sep
2

Publicidade até no fundo do mar…

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No lançamento do seu novo canal na Espanha, o Fox Crime (dedicado a séries sobre investigação de crimes), criou uma ação no mínimo inusitada. Para divulgar - ou assustar - os mergulhadores locais, a Fox colocou no fundo do mar um suposto cadáver fruto de um crime. Confira o resultado…

Por Anna Calderon

Sep
1

Homenagem da LongPlay ao centenário do Corinthians

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Sep
1

LongPlay e Prandini - Matéria na revista “Vida Imobiliaria”.

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Matéria que foi publicada na edição 07/2010, destaca a trajetória da LongPlay no mercado imobiliário, prêmios conquistados e cases de sucesso.

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Por Anna Calderon

Aug
31

Vila Nova Reserved - Obras iniciadas!

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Vila Nova Reserved é um empreendimento com a cara, o jeito e o glamour da Vila Nova Conceição.

Mais uma  campanha com a “grife” LongPlay.tecnisa-vilanova.bmp

E qual é a cara da Vila Nova Conceição?

É um bairro charmoso, com ruas arborizadas e que se transformou em um dos metros quadrados mais valorizados de São Paulo. Sua atmosfera cheia de requinte faz do bairro um lugar descolado, sensual, que mistura a essência fashion de suas lojas com o charme da Praça Coutinho.

Saiba mais : Tecnisa - LongPlay

Por Anna Calderon

Aug
31

Cases Imobiliário - Tecnisa

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 Anuncio fala do pioneirismo da Tecnisa como a 1ª empresa do mercado imobiliário a vender um apartamento via iPhone no Brasil.

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O software da Tecnisa é gratuito e está disponível na loja de aplicativos da Apple  desde junho de 2009. Saiba mais na Macworld Brasil.

 

Anuncio fala do pioneirismo da Tecnisa como a 1ª empresa do mercado imobiliário a ter um blog no Kindle da Amazon.

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Redação: Wanderley Dóro
Direção de arte: Ricardo Catach
Direção de criação: Fernando Luna
Produção gráfica: Valdir Lucas
Anunciante: Tecnisa
Produto: Institucional
Mídia: Daniela Pereira
Atendimento: Analuíza Castro / Tricia Meyer

 Por Anna Calderon

Aug
30

Festinha aniversariantes da LongPlay!

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Todo fim de mês, nosso RH promove uma confraternização entre os colaboradores, para cantarmos parabéns aos aniversariantes do mês.

É sempre bom uma “pausinha” para conversar, dar risada, comer e beber como podemos ver nas fotos abaixo.

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 Mês que vem tem mais…

Por Anna Calderon

Aug
27

Cases - Godoi Muscle Gym

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FICHA TÉCNICA
criação anuncio 1 e 2: Felipe Barros e Alexandre Lage
criação anuncio 3: Eduardo Basque e Marcel Petroff 
direção de criação: Fernando Luna
anunciante: Godoi
produto: Muscle Gym
atendimento: Luiz Mazucatto
fotografia: Alexandre Torres
aprovação: Osvaldo Godoi
país: Brasil

Aug
27

Boa dica para quem gosta de um bom vinho!

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A LongPlay acaba de entregar o projeto do site Vinho e Sexualidade, do Dr. Gerson Lopes.

Abaixo artigo de Marcelo Sanglard que está publicado no site

Os Rios de Tomás

O ano: 1977; o lugar: Ipanema. Tomás e seu irmão Miguel voltam do colégio e param para brincar na Praça Nossa Senhora da Paz. Eles têm respectivamente sete e 10 anos e nada estranham nessa rotina que já completa dois anos. Para eles é o momento certo no local certo, e a troca constante de endereços tem sido uma fonte inesgotável de descobertas e diversão.

Desde que seus pais optaram por deixar Portugal em meio à Revolução dos Cravos e fixar residência no número 276 da Rua Redentor, esta é a primeira vez que a família Roquette fica mais de seis meses num mesmo apartamento. Além de estudar no Porto Carrero e de brincar na praça, os dois irmãos, sob os olhos atentos da irmã mais velha Rita, freqüentam a Padaria Eldorado e vão à praia. Seu pai, Jorge Roquette, banqueiro de profissão e empreendedor por natureza, dirige uma fábrica de moldes de plástico com visto de trabalho oferecido pelo governo Médici. Sua mãe, Leonor, coordena com precisão não só a casa, mas também os finais de semana de descontração na ainda pacata Búzios.

O ano: 2010; o lugar: Gouvinhas, Portugal. Um Tomás agitado no vai e vem da cozinha para a sala de jantar senta-se à mesa e saca a rolha da garrafa de um Quinta do Crasto, safra 1997. Com a simplicidade nata aos que dominam a arte de servir vinho, estende-me uma taça. Não me apresso para levá-la ao nariz. Deixo o ar entrar um pouco na bebida, oferecendo-lhe movimentos circulares para só então experimentar uma pequena dádiva da natureza: um vinho de mesa sem maiores pretensões, amadurecido e aberto no seu auge. Esta combinação elevou este D.O.C. de forma natural a uma categoria que só os vinhos franceses e italianos, por vezes arrogantes, conseguem alcançar. Neste instante, entendi que quem estava na minha frente não era mais o menino de calças curtas que ia à missa na Igreja da Paz, mas sim Tomás Roquette, que junto a Miguel e outros quatro amigos despontaram há cerca de sete anos no mercado viti-vinicultor mundial como os Douro Boys.

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Vista do Douro da parte de traz da Quinta do Crasto

Mas, das areias de Ipanema para as margens xistosas do Douro não foi uma jornada fácil. “Poucas horas antes do embarque, fomos todos para a praia do Arpoador para um último mergulho. Uma despedida”, recorda Tomás. A relação forte com o Brasil não se resumia às praias do Posto 10 e de João Fernandes em Búzios. Com mais de 18 anos, Rita já ensaiava namoros sérios, e firmar raízes no Rio com um futuro casamento e filhos já aparecia no radar dos Roquette como algo provável. “Naquela altura tínhamos claramente a opção de ficarmos no Brasil. Com um pouco mais de tempo Rita estaria noiva e ganharíamos netos, o que impossibilitaria a nossa volta para Portugal como família”, relata Jorge ao me servir o mesmo rótulo, mas dez anos mais velho. O retorno só foi viável porque amigos lhe ofereceram um projeto irrecusável: montar o atual Banco Português de Investimentos, um dos quatro grandes de Portugal na atualidade.

Refleti sobre esse último comentário observando o conteúdo das duas taças. A toalha e os guardanapos incrivelmente brancos garantiam o contraste perfeito entre o tom tijolo de um vinho e o púrpuro violáceo de outro. No nariz e no paladar, os dois se mostram finamente balanceados e estruturados. A jovialidade estava evidente nas notas de cerejas e especiarias do 1997, enquanto a maturidade se vez ver nos taninos suaves e no longo final com notas defumadas e de especiarias do seu sucessor. O mesmo vinho em fases diferentes da vida. Vinhos diferentes.

Volto à realidade ao retomar atenção à história das vinhas do Crasto. Esta charmosa quinta localizada no Cima Corgo do Rio Douro já pertencia à família materna de Tomás e foi o ponto de partida para o projeto de aposentadoria de Jorge Roquette. No final da década de 80, ele começou a comprar outras terras contíguas à principal e iniciou a profissionalização na produção dos vinhos. A compra de maquinários modernos, remodelação dos processos de produção e a identificação das cepas distribuídas pelas vinhas, muitas vezes centenárias, começaram na década de 80 e continuam firme até hoje. “Este é um trabalho que não acaba nunca”, comenta Tomás com a consciência de quem investiu em 2010 cerca de sete milhões de euros numa nova vinha no Douro Superior, na parte mais próxima da fronteira espanhola.

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Vista do Douro da piscina da Quinta do Crasto

Contudo, no início dos anos 90 Tomás não estava muito interessado em vinhos. Para ser totalmente honesto, o seu único interesse era tomá-los. Entre um gole ou outro de um bom tinto do Douro, ele se frustrava com o pragmatismo do curso de marketing em Portugal e partia para a Inglaterra para estudar inglês e se graduar em gestão de negócios. Em 1995, Jorge o chamou para uma destas conversas de pai para filho e perguntou se não gostaria de se juntar a ele e ao Miguel no projeto da Quinta do Crasto. O irmão mais velho, neste meio tempo, já havia percorrido um caminho internacional até mais longo do que o de Tomás. Com pós-graduação na UCLA, Miguel acumulara conhecimentos sólidos sobre o eno business ao trabalhar em diversas partes da operação da viti-vinicultura, seja na distribuição com a Sogrape, na promoção do Vinho Verde ou na padronização de produção com o projeto de D.O.C. na Quinta do Noval. Reinava um período de efervescência no Douro e outros produtores como Xito Olazabal, Francisco Ferreira, Cristiano van Zeller e Dirk van der Niepoort também se movimentavam para elevar o padrão de seu produto final.

Da reunião familiar em torno do vinho para o reconhecimento internacional foram apenas dois anos. Em 1997, eles faturaram com a Quinta do Crasto Vinhas Velhas 1995, o prêmio de melhor vinho tinto da International Wine Challenge na Inglaterra. Mas a consagração máxima viria na edição de junho de 2003 da Wine Spectator – a bíblia dos aficionados no líquido baquiano - que notabilizou 16 vinhos portugueses com notas iguais ou superiores a 90, num total máximo de 100. Destes, 10 garrafas eram da região do Douro, sendo que a melhor nota de todas, um 95, foi reservado ao Quinta do Crasto Vinha da Ponte 2000. Nascia então a expressão Douro Boys e a família Roquette ganhava o mundo.

Trago os meus pensamentos para a mesa de jantar. Um Porto LBV é aberto e o tom rubi amadeirado inunda a taça de cristal onde se lê a inscrição da marca Crasto. O aroma e o sabor de frutas vermelhas são concentrados e persistem na boca. O jantar está acabando e pergunto para Tomás quais os desafios para uma quinta que chega às bordas de um milhão de garrafas anuais em um mercado competitivo onde o volume nem sempre está ligado à qualidade final do produto. Ele me serve um pouco mais do LBV e comenta: “O nosso desafio é fazer um vinho com a alma do Douro e que ao mesmo tempo seja apreciado pelos consumidores dos quatro cantos do mundo.” Concordo com ele. Vinho autoral é como cinema cabeça. Só o autor e pouco mais de meia dúzia de pessoas apreciam de verdade. É um luxo que a competitividade do mundo dos negócios não permite mais. Da mesma forma o oposto se mostra insustentável. A padronização massiva torna os sabores inclassificáveis e termina por matar rótulos que nunca deveriam ter existido.

Atravesso a aconchegante sala da casa em estilo colonial e me dirijo à varanda. A noite já vai longe e o cansaço se faz presente. Jorge me pergunta sobre as peças de teatro que estão em cartaz no Rio de Janeiro. Infelizmente não posso ajudá-lo. Após sete anos morando em São Paulo, faço muito pouco a ponte aérea para ficar antenado com as produções locais. Todos os anos, desde seu retorno para Portugal em 1981, ele e Leonor visitam a Cidade Maravilhosa ao menos uma vez por ano. Na agenda há espaço para os negócios. O Brasil surfa uma onda de crescimento no cenário mundial dos vinhos e a família Roquette não quer ficar de fora. Dados de 2009 da auditoria Euromonitor indicam que o Brasil já é o quinto maior mercado desta bebida no mundo e o segundo na América Latina, perdendo apenas para nossos hermanos argentinos que são os maiores produtores deste lado do continente. Mas rever amigos, ir aos teatros e aproveitar o charme dos bares e restaurantes cariocas ocupa a maior parte do tempo deste casal que literalmente plantou a semente de uma nova história para os vinhos do Douro.

Enquanto Miguel gira o mundo em busca de novos mercados, vez ou outra Tomás consegue uma folga na lida da produção e desembarca no Tom Jobim para matar a saudade do posto 10. “Ainda não voltei para Búzios, mas acho que estará totalmente diferente daquela que deixei há 30 anos!”, profetiza ao relembrar mais uma vez os finais de semana ensolarados nas areias da terra do Peru Molhado.

O ano: 2010; o lugar: Sampa. Olho mais uma vez a garrafa de um Quinta do Crasto Vinhas de Maria Tereza antes de guardá-la na adega. Imagino o potencial de guarda deste vinho safra 2007 e me projeto na cena da abertura de sua rolha daqui a 10 anos. Antecipo os aromas e sabores que ele proporcionará e já preparo uma pequena lista de amigos com os quais gostaria de compartilhar este momento futuro. Resta uma só pergunta: será que conseguirei guardá-lo até lá?

Marcelo Sanglard - colaborador  do site www.vinhoesexualidade.com.br 

Confira o belo projeto : http://vinhoesexualidade.com.br/      

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Dr. Gerson Lopes 

Aug
26

Cases Imobiliário - Ânima Club Parque

Postado por: admin

A LongPlay assina campanha para o empreendimento Ânima Club Parque.

A ação é estrelada pelo nadador César Cielo, medalhista de ouro em Pequim.

“Mergulhe fundo nos seus sonhos. Mas seja rápido” é o conceito explorado. O comercial mostra Cielo nadando na piscina do parque aquático do Anima, enquanto a narração fala sobre a importância de ser rápido na realização de seus sonhos. Em seguida, ele apresenta as áreas de lazer do condomínio e um apartamento decorado. 

Para enviar conteúdo para o blog, mande um e-mail para: posts@eaibonitao.com.br
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